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Diretório de Advogados
Pedro Pontes de Paula
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Pedro Pontes de Paula
Comentário ·
há 9 anos
Se você tem ou quer ter tatuagem, não deixe de ler esse artigo!
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Caro doutor Sérgio Abib, concordo plenamente com o que o senhor postou, e veja que logo no inicio da minha própria postagem ressaltei que respeito o direito dos doutores de nao gostarem ou aprovarem, talvez tenha soado um pouco rude e um pouco agressivo em relação à sua postagem pois estava digitando pelo celular e minha resposta saiu mais pobre que o pretendido, o senhor tem completa razão e de fato as pessoas "crescem sabendo" que tatuagem era coisa de bandido e criminoso, o ponto que quis trazer foi que durante esses muitos anos a sociedade evoluiu e diversos preconceitos vem sendo aos poucos vencidos apesar de imensa resistência de certos setores da sociedade, não tenho intenção alguma de convencer qualquer pessoa de que tatuagem é algo bom ou ruim, o senhor tem sua opinião, o seu gosto, e o direito de expressar ambos, meu ponto é que como o senhor mesmo apontou no ultimo comentário o significado mesmo no Brasil de tatuagens tem mudado drasticamente, e cada vez mais pessoas procuram por vaidade, o que defendi é que assim como os outros preconceitos talvez esse seja outro preconceito que deveria desaparecer, afinal o senhor provavelmente concorda que a grande maioria desses jovens que fazem tatuagem é apenas por vaidade, não querem nem mesmo protestar contra coisa alguma ou expressar coisa alguma, é mais um artigo de beleza, creio que o senhor concorde que isso não os torna mais sujeitos à pratica de crimes como muitos insistem em "pregar", novamente não discordo do senhor de que o preconceito existe e todos os dados que o senhor comentou são extremamente pertinentes, peço desculpas se pareci estar levantando escudos pois não foi essa a intenção e uma discussão pacífica e sem preconceitos é sempre algo positivo, e infelizmente a tão boa "saudável convivência entre os desiguais" parece cada vez mais distante
O saúdo pela tentativa de expressar seu comentário de forma didática e educativa e desprovida de preconceitos, vejo que na maior parte compartilhamos a mesma opinião e tal desentendimento se deve apenas ao fato de não ter me expressado corretamente, aliás agradeço por expandir o escopo do meu comentário com ainda mais informações, afinal o preconceito existe e independente de gostar ou não de tatuagens, ou até mesmo para os que gostam é de grande importância conhecer o histórico e as ramificações que isso pode lhes trazer, não só nos temas já abordados, mas o preconceito existe e como o autor do artigo existe negar o óbvio é sinal de imbecilidade, não pretendo cometer esse erro, os problemas com autoridades policiais, membros do crime, presidiários são apenas a ponta do iceberg, não é segredo algum que muitas pessoas tatuadas tem muito mais dificuldade em serem aceitas em alguns empregos devido ao preconceito já presente na nossa sociedade, e como bem colocou o doutor Perciliano nem mesmo cirurgia plastica as remove totalmente, então também advogo o cuidado e que as pessoas pensem bem antes de tomar decisões muitas vezes irreversíveis, espero que um dia o preconceito desapareça, mas respeito profundamente todos os que gostam e todos os que não gostam, desde que não ataquem o outro grupo de forma desrespeitosa o que infelizmente acontece o tempo todo ate mesmo aqui
Espero que dessa vez tenha me expressado um pouco melhor, um grande abraço aos doutores e um obrigado por reservarem alguns minutos do valioso tempo dos senhores pra manter uma discussão decente
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Pedro Pontes de Paula
Comentário ·
há 9 anos
Se você tem ou quer ter tatuagem, não deixe de ler esse artigo!
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Caro Doutor Perciliano, o senhor tem todo o direito de nao gostar e não fazer uma, assim como sua filha já casada tem a liberdade de fazer as próprias escolhas, é verdade que na mafia japonesa, yakuza tatuagens são extremanente comuns, as imagens normalmente sendo dragões e demônios, não é exclusividade da máfia japonesa, a tríade, a máfia russa, gangues neonazistas e etc
Mas existe algumas outras entidades e organizações em que tatuagens são extremamente comuns, um exemplo são as forças armadas, quase todo soldado americano especialmente os de elite possuem tatuagem do regimento, extremamente comum entre os rangers e seals por exemplo, vamos condenar também os soldados que arriscam a vida pela Pátria por ordem de superiores?
Doutor Sérgio, sabe o que também era comum nessa época que o senhor mencionou? Mulheres não podiam votar, adultério ainda era crime, homossexualidade era inaceitável e pessoas durante a ditadura desapareciam por simplesmente expressar suas opiniões, quanto mal as "pessoas de bem" não causaram naquela época? Está o senhor defendendo o retrocesso? Que não devemos lutar contra o preconceito que sabemos existir e simplesmente aceitar e seguir a vida obedecendo?
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Pedro Pontes de Paula
Comentário ·
há 9 anos
Se você tem ou quer ter tatuagem, não deixe de ler esse artigo!
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Com todo o respeito, o senhor deveria se informar melhor a respeito do assunto, tatuagem e outros tipos de modificação corporal permeiam a sociedade desde antes mesmo do que entendemos por civilização se estabelecer, estudos indicam que estava presente entre os neandertais e primeiros humanos propriamente ditos (homo sapiens sapiens), fosse como simbolo de poder, força, virilidade ou como forma de comunicação com os deuses, tradição essa que permaneceu por milênios,i.e. entre os dinamarqueses, os orientais, povos indígenas de todo o mundo, inclusive do Brasil, então gostaria de expandir meus horizontes e que o senhor esclareça de que época veio onde tatuagem foi de uso exclusivo de presos, pois em meus estudos nunca encontrei tal "era"
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Sergio Abib de Castro
Comentário ·
há 9 anos
Se você tem ou quer ter tatuagem, não deixe de ler esse artigo!
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
No Brasil, desde as décadas de 1950/60/70, as gerações cresceram sabendo informalmente que tatuagem era coisa de marinheiro ou de bandido. E já havia as hierarquias das cadeias, sim.
Pode alguém chamar de preconceito, claro, mas que era assim, era.
E afinal, hoje, se alguém condenar o consumo de drogas e o aborto é tachado de preconceituoso.
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Sergio Abib de Castro
Comentário ·
há 9 anos
Se você tem ou quer ter tatuagem, não deixe de ler esse artigo!
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Prezado Pedro de Paula: as tatoos que você relaciona, são quase todas "corporativas", como sendo, uma forma de identificar o indivíduo com uma determinada agremiação, grupo, seita, comunidade, enfim. Isso realmente é usado através dos séculos. Os legionários romanos já as usavam, era seu "documento" indelével, atestando a subordinação e lealdade à legião a que pertenciam. É a mesma coisa que orgulhosamente Seals e Rangers, entre tantos grupos de elite modernos fazem. Inclusive nas FFAA brasileiras. Geralmente são de tamanho discreto, no braço. É como o militar usar um braçal de sua unidade. Yakuza, Tríade e outras gangues, usam-nas com o mesmo objetivo. identificar o membro do grupo. Geralmente com orgulho. Mas têm também uma finalidade disciplinadora vitalícia. A Yakuza
também corta a primeira falange do dedo mínimo de seus adeptos.
Já nos campos de extermínio nazistas na 2ª Guerra, marcavam os prisioneiros, todos, com seu número de série, para maior controle. Eram afinal propriedade do Estado. Como se faz com gado.
Isso tudo é uma coisa. Já as tatoos que os jovens em geral, aplicam cada vez mais, a partir da década de 1980, é mero modismo, informado pela vaidade, para se destacar e também uma forma de protestar contra as mesmas coisas de sempre, que todas as gerações protestam, achando que são as únicas. Sei bem porque minha geração igualmente fez assim, só que em menor grau e com menos violência que as atuais. Ex. de época foram os hippies, da geração "paz e amor bicho".
Destarte você nota que concordo com sua inicial postagem. Tatuagem é um traço histórico na humanidade. Daí decorre que não questionei sua opinião por mero preconceito e muito menos por defender o que chama de retrocessos. Simplesmente tinha alcançado outro dado histórico. Marinheiros e presos eram os grupos que mais usavam tatuagens, no Brasil e na América naquelas décadas. Isso era um fato.
Então, não precisa levantar os escudos, meu caro e sugiro respeitar opiniões divergentes, como você respeita o voto feminino e os gays. Respeite por ex. que eu não goste de tatoos. E Perciliano também não, como ele postou. E muitos outros. Uma das poucas coisas boas dos novos tempos, penso, é a saudável convivência entre os desiguais.
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